Santa Casa da Misericórida do Porto - Voltar ao Início
Precisa de ter o Flash Player para poder visualizar correctamente esta página. Pode efectuar o download aqui
Precisa de ter o Flash Player para poder visualizar correctamente esta página. Pode efectuar o download aqui

Irmandade de Nossa Senhora da Misericórdia do Porto

Em 14 de Março de 1499, o rei D. Manuel I, escreve uma carta dirigida à Câmara do Porto, dando como exemplo a Misericórdia de Lisboa (instituída em 1498), para que à sua semelhança se criasse uma no Porto. Esta carta, de que se conserva o original no Arquivo da Câmara, foi trasladada no preâmbulo do Compromisso (Estatutos) da Misericórdia do Porto de 1646.

Diz-nos o insigne historiador portuense, Dr. A. de Magalhães Basto, no I vol. da “História da Santa Casa da Misericórdia do Porto”, que o documento mais antigo, por ele encontrado, em que se fala da “Confraria de Santa Maria da Misericórdia sita e ordenada na Sé”, é de 12 de Junho de 1503. Por isso não se pode concluir com absoluta certeza, se a determinação de D. Manuel foi logo cumprida, ou se demorou algum tempo antes que se efectivasse.

No entanto, embora não se conheçam referências documentais à existência da Irmandade anteriormente a esta data, segundo o Compromisso de 1646, a Confraria foi logo organizada em 1499, tendo como primeira sede a Capela de Santiago no Claustro Velho da Sé.

Segundo este Compromisso, serviriam a Misericórdia cem homens “de boa fama, sã consciência e honesta vida, tementes a Deus e guardadores de seus mandamentos, mansos e humildes a todo o serviço de Deus e da dita Confraria”, que fossem bons cristãos “não de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade”.

Alguns dados sobre a irmandade (5-9-2008)

A Irmandade de Nossa Senhora da Misericórdia tem um total de 1632 Irmãos.

Deste número, fazem parte 40 Irmãos Honorários e 16 Irmãos Beneméritos.

São considerados Irmãos Honorários os que prestarem relevantes serviços à Instituição e Beneméritos os que beneficiarem a Instituição com importantes dádivas.

A candidatura a Irmão deverá ser proposta por dois Irmãos, no pleno gozo dos seus direitos.

As premissas fundamentais para se ser admitido como Irmão da Santa Casa são gozar de boa reputação moral e social e aceitar, não hostilizando, os princípios da Moral Cristã e da Doutrina Católica.

 
ÁREA RESERVADA
UTILIZADOR
SENHA
NEWSLETTER
Faça parte da nossa mailing list e receba todas as novidades relativas às nossas actividades.
E-MAIL:

Precisa de ter o Flash Player para poder visualizar correctamente esta página. Pode efectuar o download aqui