Misericórdia participa no QSP Summit 2019 - Notícias - Santa Casa da Misericórdia do Porto

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Misericórdia participa no QSP Summit 2019
⌚ 29.03.2019

Misericórdia do Porto, o MMIPO e o Hospital da Prelada estiveram presentes no QSP Summit, que decorreu entre os dias 21 e 22 na Exponor.


O Provedor da Misericórdia, António Tavares foi speaker no worklab deste summit: HOW HUMAN CAN MAKE THE DIFFERENCE?


Sobre a relação Humana com a tecnologia, a Misericórdia do Porto, que atua numa das áreas mais sensíveis, defendeu que do ponto de vista humanístico, já vimos que a tecnologia não elimina o convívio, e "a solidão não pode ser uma forma de exclusão social. As gerações que estão a chegar ao envelhecimento activo tem mais conhecimento tecnológico, e por isso, a tecnologia e a inteligência artificial vem para ajudar na procura do saber."


O Provedor da Misericórdia do Porto, António Tavares argumentou que "a tecnologia e inteligência artificial ajudam a passar a mensagem, a facilitam a logística (por exemplo do cuidador) mas não eliminam a presença humana. A tecnologia e a inteligência artificial podem fazer a diferença para a não-institucionalização, como tem sido a tendência dos últimos 40 anos, mas em vez disso equipar edifícios dedicados ao co-housing onde estas novas gerações mantêm a sua casa, quarto ou suite, combinadas com zonas comuns de apoio como lavandarias e cozinhas que possam auxiliar no caso do atraso da toma de medicação ou até na eventualidade de uma queda.


"A tecnologia, a inteligência artificial e os humanos vão ter que caminhar lado a lado, ainda que no final ganhe a inteligência colectiva.
A máquina não consegue aprender a história."


O Provedor, António Tavares lembrou-nos que o futuro dos humanos é a esperança. "Começamos a envelhecer assim que nascemos, mas hoje contemplamos uma esperança média de vida de 100 anos. É preciso mudar "chip". Somos confrontados a viver um dia de cada vez. Um envelhecimento ativo, manter as pessoas juntas, a participar e formas inovadoras de organização", são a resposta da Misericórdia do Porto.


"Sabemos que alguns começam a envelhecer muito cedo, e aos 50 já não conseguem aceder ao mercado de trabalho e não é por causa da tecnologia, mas porque perdem a capacidade de esperança."

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