Academia Misericórdia - O Colaborador - Santa Casa da Misericórdia do Porto

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Academia Misericórdia
A Academia Misericórdia é a concretização, através das suas várias áreas de atuação, da valorização dos seus recursos humanos e do investimento no capital humano da organização. Se formos capazes de acompanhar cada um, de formar cada um e de reconhecer cada um, então seremos capazes de tudo a que nos propusermos. Queremos cultivar um compromisso entre a organização e as suas pessoas, um compromisso sério e desafiante, um compromisso baseado na lealdade, rigor, profissionalismo e desenvolvimento, em que o enriquecimento individual, as oportunidades e a valorização são de todos e para todos. "Eu visto a camisola!".

A Importância do Capital Humano nas Organizações

O valor do capital humano reside na conciliação e combinação da educação formal e dos atributos pessoais de cada colaborador. O capital humano por excelência é o intelecto, sendo que o potencial intelectual é considerado como um dos mais estratégicos e relevantes ativos das organizações. A simbiose entre conhecimentos, habilidades e atitudes dos colaboradores, afigura-se como uma peça basilar para o sucesso da missão e a consecução dos objetivos da organização. Para que esta riqueza seja potenciada e otimizada, os líderes devem assumir cada vez mais uma posição de conselheiros e orientadores, promovendo e facilitando a partilha, a aquisição de conhecimentos e experiências, assim como o investimento na promoção de um espirito de cooperação e coesão, reunindo e orientando sinergias para o alcance dos resultados e objetivos desejados. O capital humano de cada organização define a sua identidade e potencial - a organização são as suas pessoas.

Cultura, Valores Organizacionais e as Pessoas

As organizações são constituidas por pessoas agrupadas numa unidade social, com a finalidade de concretizarem determinado propósito. Nas suas interações e na partilha de tarefas, tempo e espaços comuns, são definidos processos e normas de convivência mútua, que facilitam o alcance dos objetivos e a sensação de pertença à organização. Assim, se constitui a cultura organizacional e se definem os valores considerados como premissas e diretrizes, que orientam as organizações e os seus constituintes. A cultura organizacional traduz-se pelo conjunto de valores e normas adotadas, transversal a todos os níveis hierárquicos, que a organização valoriza, partilha e pratica, para atingir as suas metas e se perpetuar. Cada colaborador deve conhecer, absorver e aplicar estes valores, comportamentos e práticas, defendendo, respeitando e promovendo a identidade da organização a que pertence. A cultura de uma organização é a sua essência. Cada colaborador é um espelho, contribuindo para projetar a consistência e solidez da organização em que se insere. Apenas as organizações com culturas e valores fortes, partilhados por todos os seus elementos, são capazes de enfrentar desafios e ultrapassar obstáculos. A cultura e os valores organizacionais são a matriz e a força das organizações e das suas equipas. Apenas os que compreendem, acreditam e aplicam a cultura e valores de uma organização são verdadeiramente parte integrante da mesma.

A Avaliação como Oportunidade

A gestão de desempenho constitui uma prioridade para qualquer tipo de organização, na medida em que dela depende parte do seu sucesso estratégico, bem como a sua capacidade competitiva. Assumindo a gestão de desempenho como um processo contínuo de identificação, medição e desenvolvimento das pessoas e equipas para alcance ou manutenção do alinhamento necessário entre a performance e a estratégia da organização, a avaliação de desempenho revela-se indispensável ao mesmo. A melhoria contínua do desempenho será conseguida e tornar-se-á num hábito, através da medição periódica da performance dos colaboradores. Com base nos resultados aferidos, é definido pelo avaliador, agente desenvolvimentista, e pelo avaliado um plano de melhoria que permitirá o enriquecimento das competências passíveis de aperfeiçoamento, com a implementação de medidas resolutivas para as necessidades a suprimir. Concluímos, então, que a avaliação se trata de uma oportunidade permanente de aprimoramento de competências individuais e organizacionais que serve como veículo para o desenvolvimento pessoal e para a evolução de uma carreira profissional. Trata-se de um instrumento de gestão estratégica que apoia na adequação do posto de trabalho ao colaborador e que fomenta a sua satisfação e motivação.

Estágio - O início de uma Carreira

Podemos definir carreira considerando um sentido de percurso e de sequência. Apresenta-se como algo que está em evolução contínua, um caminho que se vai percorrendo e que, a cada passo, permite um olhar diferente do ambiente que nos rodeia, do trajeto que já percorremos e do que nos falta percorrer. Com o fim do percurso académico, somos seres dotados de muita informação, mas a experiência no contexto profissional será porventura escassa. Somos alguém motivado e desejoso de aplicar os conhecimentos adquiridos, mas sem um sistema organizacional onde aplicá-los no exercício de funções. No atual contexto socioeconómico, a contratação de recursos humanos apresenta-se dispendiosa para uma organização, onde se tenta, por todos os meios, reduzir custos e aumentar a rentabilidade. Para colmatar tais dificuldades, as organizações recorrem com frequência ao estabelecimento de parcerias com entidades externas, tais como: universidades, institutos de emprego e formação profissional, escolas técnicas e profissionais, entre outras, para conseguir a captação e integração de novos talentos. Deste modo, a realização de um estágio poderá ser a primeira oportunidade para aplicação prática dos saberes adquiridos e para a aprendizagem de outros, relacionados com a natureza funcional do trabalho. O processo de estágio assume-se, assim, como uma oportunidade de início de uma carreira profissional e de incremento de valor. Um excelente desempenho, no decorrer das atividades exercidas, poderá contribuir para a inclusão da pessoa na organização e assegurar o princípio do desenvolvimento de uma carreira promissora.

A Formação como Ferramenta de e para o Desenvolvimento

A formação assume-se como um elemento central na construção da capacidade de aprendizagem e adaptação de uma organização. É o meio pelo qual a estrutura se ajusta permanentemente à envolvente, garantindo a superação das imposições sentidas. Deste modo, até mesmo para quem já se encontra inserido no mercado de trabalho, aprender não é uma opção - é uma necessidade. A inovação tecnológica, os requisitos legais e as exigências da certificação pela qualidade dos serviços e/ou produtos, têm vindo a demandar a alteração de métodos, técnicas e procedimentos. Tendo em vista o alinhamento das práticas com o negócio, a formação surge como uma constante na vida das organizações e dos seus colaboradores. Atendendo a que os recursos humanos representam a maior fonte de valor de uma organização, apostar decisivamente na sua formação, informação e desenvolvimento constitui uma ação de prioridade estratégica.

Mais do que um custo, a formação surge como um investimento no capital humano que fomenta a aprendizagem contínua de cada elemento do grupo. Deve ser encarada como uma filosofia de vida da organização e não apenas como uma prática levada a cabo em momentos definidos para o efeito. Atualmente, as organizações asseguram a sua sustentabilidade, apostando, firmemente, no potencial de cada pessoa que a constitui. As estruturas organizacionais que debruçam a sua ação sobre o trabalho na e pela comunidade promovem, muitas das vezes, a partilha do conhecimento adquirido com a sociedade, contribuindo para o enriquecimento e desenvolvimento coletivo.


Investir nas Pessoas

A sociedade enfrenta mudanças constantes que influenciam diretamente as pessoas e o trabalho. As organizações focam-se cada vez mais nas estratégias e nos processos que as coloquem num patamar de competitividade e de excelência face ao mercado, necessitando, esperando e exigindo cada vez mais das suas equipas de trabalho. Por sua vez, os colaboradores estão também mais conscientes e sensíveis da importância das recompensas não materiais, como a valorização, o reconhecimento e o prestigio do seu trabalho. O investimento nas pessoas promove o crescimento, o desenvolvimento e a satisfação interna, resultando em mais-valias e competitividade para a organização. Atualmente as organizações reconhecem e identificam os recursos humanos como o seu maior património e valor, ou seja, valorizam os seus clientes internos, assumido-os como um investimento e não como um custo. Investir no capital humano é investir na motivação, na eficiência e no futuro, é garantir a captação, otimização e retenção de talentos. O que todas as organizações ambicionam é trabalhar com os melhores, desafiando-os de forma constante à superação dos objetivos e das metas definidas. Investir nas pessoas é garantir a excelência, a competitividade, a qualidade do desempenho e o sucesso da organização.

Projetos e Programas 2015/ 2016

> Revisão do Sistema de Gestão e Avaliação do Desempenho

> Elaboração do Manual de Qualidade da Atividade Formativa

> Renovação da Certificação como Entidade Formadora

> Implementação da Política de Formação

> Aferição da Satisfação dos Colaboradores

> Criação do Gabinete: "Espaço Aberto ao Colaborador"

> 1ª Edição do "BOOTCAMP Academia Misericórdia"

Missão e Objetivos da Academia Misericórdia

MISSÃO

Promoção, desenvolvimento e gestão estratégica do capital humano da instituição.

OBJETIVOS

> Desenvolvimento transversal do colaborador enquanto profissional e pessoa humana, nas vertentes dos saberes ser, estar, pensar, sentir e agir;

> Desenvolvimento de competências individuais e coletivas em domínios estratégicos e específicos;

> Promoção, valorização e integração de vários tipos de conhecimentos adquiridos;

> Gestão criativa e inovadora do potencial humano, dos recursos e das competências disponíveis, com vista à criação de valor, à melhoria contínua em todas as áreas de atuação e à consolidação económico-financeira da SCMP;

> Reforço do desenvolvimento de equipas, fomentando relações de confiança, compromisso e credibilidade;

> Promoção da interiorização da cultura da instituição - missão e valores organizacionais;

> Consolidação do prestígio e imagem da SCMP.


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